Amig@S, lanço um convite imperdível, até lá:
domingo, 13 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Carta aberta à sociedade potiguar
Aprovados em concurso para professor começam movimento em prol da convocação
11MAIO
O assunto está começando a figurar entre os mais comentados da internet. #ConvocaçãoProfessoresRN é mais um que vai refletir negativamente na administração da governadora Rosalba Ciarlini.
Os professores aprovados no concurso de 2011 criaram a hashtag na tentativa de sensibilizar a gestão no sentido de realizar a convocação. Por vários motivos: Entre, e mais óbvio, é que quem passa em um concurso aguarda o chamado para o traalho. Outro que também se destaca é o sucateamento da educação no Estado com grande déficit de educadores.
A rede pública de ensino pede ajuda e o que não falta é aprovado em concurso querendo trabalhar.
Já tem até carta aberta, organizada pelos professores aprovados. Será que uma nova crise vai ser deflagrada e o secretário Alexandre Mulatinho, da Assessoria de Comunicação (Assecom), vai ser crucificado como responsável?
Confira a carta na íntegra:
Carta aberta à sociedade potiguar
,
Nós, professores aprovados no último concurso da educação do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, que resultou da interferência do Ministério Público do RN através da Ação Civil Pública 001.08.026076-5, designado pela Portaria nº 104/2011 – SEARH/RN, de 17 de agosto de 2011, publicada no Diário Oficial do Estado nº 12.525 de 18 de agosto de 2011, vimos por meio desta informar à população potiguar e manifestar a nossa indignação pela omissão do Governo do Estado do RN em não cumprir o acordo firmado com o Ministério Público perante a Justiça.
Segundo a página oficial do Ministério Público (http://www.mp.rn.gov.br/noticias.asp?cod=1689), o concurso do estado tem por finalidade “garantir condições mínimas de educação para os alunos”, contudo não há condições mínimas para a educação dos alunos quando as salas de aula estão sem professores.
O concurso abriu mais de 250 vagas para professores de Língua Inglesa, no entanto após a convocação realizada apenas dois professores do Polo IV – (Mossoró), que, diga-se de passagem, é terra da atual gestora do estado, foram convocados.
Causa-nos estranheza o fato de na lista de convocação divulgada no dia 28 de fevereiro de 2012 constarem como disponibilizadas apenas vagas abertas por motivo de aposentadoria e falecimento relativas ao ano de 2008. Porém, não observamos referência aos cargos vagos de 2009 em diante. Há o caso de um professor que se aposentou pela escola CEJA – Felipe Guerra no ano de 2008 e sua vaga não foi disponibilizada para a assunção de um novo profissional. Esse fato deixa aberta, a nosso ver, a possibilidade de haver outros casos do mesmo tipo.
Não sabemos ao certo qual o real motivo para a não convocação dos concursados e aprovados já que a SEEC não abre canal de interlocução, porém, no dia 21 de março, ao ligarmos para a Secretaria de Educação e Cultura, por volta das 11h da manhã, foi-nos informado que não há necessidade de convocação de professores de Língua Inglesa, e, quando e se houver, o Governo o fará.
É estranho receber uma resposta como essa por parte do Governo do RN, quando sabemos que a Promotoria da Educação moveu uma Ação Civil Pública justamente para suprir a carência de professores. É inadmissível a Secretaria de Educação e Cultura informar que não há necessidade de professores de língua inglesa, quando várias escolas estão liberando seus alunos mais cedo e/ou cancelando dias letivos por falta de professores. Escolas como a Floriano Cavalcante (FLOCA), Caic, Anísio Texeira e Padre Miguelinho em Natal; Edgar Barbosa e CAIC Otto de Brito Guerra em Ceará-Mirim; Escola Pedro II em Lajes; e Monsenhor Walfredo Gurgel em Alto do Rodrigues, entre outras, não iniciaram normalmente o ano letivo de 2012 por falta de professores.
SABE-SE QUE TER PROFESSOR É CONDIÇÃO MÍNIMA INDISPENSÁVEL PARA O FUNCIONAMENTO DE QUALQUER ESCOLA.
Esta carta deseja alertar a todos que esse problema, vivenciado pela educação potiguar, não afeta apenas o concursado não convocado, e sim todos os alunos, pais, diretores, professores do quadro (recentemente contratados ou não), funcionários e a sociedade como um todo.
Esta carta deseja alertar a todos que esse problema, vivenciado pela educação potiguar, não afeta apenas o concursado não convocado, e sim todos os alunos, pais, diretores, professores do quadro (recentemente contratados ou não), funcionários e a sociedade como um todo.
Aos pais, o nosso apelo para que zelem pelo presente e futuro de seus filhos; aos diretores, professores e funcionários, nosso chamado à participação ativa nessa causa, já que não há funcionamento real de uma escola quando o quadro de funcionários não está completo. Solicitamos o apoio de todas e todos uma vez que educação é condição indispensável para a construção e formação de uma sociedade melhor. Pedimos o apoio da população norte-riograndense, em especial, dos alunos e alunas – a quem a atitude intransigente do Governo prejudica de forma irreparável.
Ao fazermos o concurso para professores públicos nos comprometemos com a garantia de uma educação de qualidade para os alunos e da sociedade em geral. Desejamos de forma incisiva influenciar o desenvolvimento cultural, cognitivo e social do alunado contribuindo dessa forma para o progresso presente e futuro da sociedade. Para isso, porém, é necessário que possamos assumir os postos para os quais nos qualificamos e fomos aprovados. É por isso que, chamamos os alunos e alunas a não admitirem qualquer atitude que desrespeite seu direito constitucional à educação de qualidade.
Lembramos que não somos os únicos nessa situação. Há cerca de 2.500 professores e pedagogos que ainda não foram convocados, de um total de 3.500 aprovados. Convidamos esses professores para juntarem-se a nós e defenderem a qualidade da educação no estado.
Para além da convocação, nosso compromisso é com a qualidade da educação.
Contamos com o envolvimento e participação de todos. Por isso, observaremos a real necessidade das escolas, assim que formos convocados e assumimos o compromisso público de, havendo necessidade, fomentar o preenchimento total das vagas das escolas do estado
Muito obrigado,
Professores aprovados em língua inglesa (Concurso 2011)
domingo, 6 de maio de 2012
Notícias para cima!!!
Caros,
Tenho a satisfação de informar que alcançamos o melhor índice de aprovação de alunos do Cursinho da UFRN/Proceem no Vestibular da UFRN desde sua criação.
São 195 aprovados. Recebemos essa informação ontem da Comperve e agora compartilhamos com vocês.
São 6 anos de trabalho e dedicação nos quais vocês tem atuação imprescindível, por isso meu sincero agradecimento.
Sandra Kelly de Araújo
Coordenadora do Cursinho da UFRN/Proceem.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Agora, sim!!! Obras literárias de Vestibular UFRN 2013.
Avante nas leituras!!!! |
domingo, 15 de abril de 2012
Para não ser idiota!!!
LATA VELHA
A Edi (o poeta inquieta(dor)
Um bêbado com o CiGaRrO nA bOcA...
...É um poeta com a pena na mão.
O bêbado tRoPeÇaNdO nA pEdRa...
...É o seu poema.
O bêbado CaMbAlEaNdO...
...É a linguagem.
O bÊbadO cAiNdO e quebrando a CARA...
...É a leitura do POEMA.
Eu
chutando
lata velha
e
olhando
essa
tal
d
e
.
.
. PoEsIa
Um bêbado com o CiGaRrO nA bOcA...
...É um poeta com a pena na mão.
O bêbado tRoPeÇaNdO nA pEdRa...
...É o seu poema.
O bêbado CaMbAlEaNdO...
...É a linguagem.
O bÊbadO cAiNdO e quebrando a CARA...
...É a leitura do POEMA.
Eu
chutando
lata velha
e
olhando
essa
tal
d
e
.
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. PoEsIa
Crônica Ensaio-si
Ei, você, filho da...
Nasci. Hoje nasci: filho da Arte. Da velha arte, a arte nossa de cada dia. Quem tem ouvidos para ouvir ouça. O meu grito preso e denso na garganta arvorará logo no esgar do meu primeiro amanhecer. Ventre de todas as artes que não conhece estrangeiros nem estrangeirismos embora sejam estranhas. Estranho vagido que diz assim “o que é ARTE”? resposta: choralegria!!! Sem definições. Cem definições. Alguma, nenhuma e outras infinitas artefinições. A arte nos esvazia e nos enche de nada-criador, a ponto de traçar dores, criando, dessa forma, nos vastos eus da nossa terra corpo e alma perfumada, as exalações das questões de ser, não-ser ou estar no nada sabe do conhece-te a ti mesmo da boca de Platão em Sócrates à boca do inferno de Matos: “Para a tropa do trapo vazo a tripa,/ E mais não digo, porque a Musa topa/Em apa, epa, ipa, opa, upa” . DesdArte, se recusa a ter a terrível ternura da definição e se rebela sendo bela quando não se encaixa, não se deixa dominar e deixa de ser para não ser e voltar a ser no eterno retorno do mesmo. Ou: a parte da arte e a arte da parte que nos parte e parte nos constitui ou nos constrói desconstruindo a famossíssima máxima que pergunta: é a vida que imita a arte ou a arte que imita a vida?. Não sei, declaro no escuro, eu, tudo e nada é vidarte e vida da arte e arte da vida que viva a arte em nós quando não existimos e desistimos visivelmente na hora do já. Essa morte da arte. Diversos nós da arte que imita a vida que imita a arte que imita a vida nas nossas experiências tão antigas quanto a arte da psique humana. Para o irreverente artista Oscar Wilde, a vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida. Quem pode ler isto, que leia!
Vida e arte centro periférico do ser humano multiplica sua criatividade. Por falar em atividade criativa nasce a tal da criatividade perto da loucura da arte e do artista, ora genialidade ou fronteira da loucura – as duras penas. (Ora) Vã loucura. Sã loucura: insensatez da razão na sensata lucidez dos loucos artistas, na força da objetividade subjetiva trava e destrava no mundo do pensamento um contraponto importante de tensão que está sendo gerado nas histórias que permanecem na memória da humanidade, sempre representadas ou intervindo em uma ou outra obra de arte. Várias obras o humano faz, inclusive... escatologicamente. Pensar sem pensamento, pensamos com palavras ávidas e desgraçadas ou em quadros, em pinturas, em danças, em esculturas, ou em artes infindas. Na inevitável relação da arte que imita a vida até certo ponto que a vida imita a arte até o ponto que a arte pára de imitar a vida? Nesse jogo dos intrincados significados da arte, que nos faz medir a verdade (o que é isto?) com a linha mecanicista e tudo que passa disso é entendido como ficção, aqui ficção não é oposto de verdade mais um outro viés inventado para o centro da vida real? Neste ponto recriamos nossa intuição para medir desmensurando a verdade que se nos é apresentada. O novo na arte aparece diante de acontecimentos inesperados, no cotidiano do trabalho das coisas. Extraviada, exravagante, extravasada, o Extra da coisa. Será a cara da arte? A coisa da arte e a arte da coisa de cada um, uns que gera outros. Nesta arte aqui, dispõe-se a compreender que todo ato de escritura é uma dissimulação que talvez alcance o artístico fisicamente. Quem poder entender isso que entenda! Se bem que poucos o receberão. Aliás, beberão. No sofrimento do dia. Naquela douta ignorância de nada saber sabendo isto. Espaço e tempo do caminho velho do novo. Oráculos pós-modernos se movem e os sinos da arte, também, se movem em Machado ao afirmar que “a vida é cheia de obrigações que a gente cumpre, por mais vontade que tenha de as infringir DESLAVADAMENTE”, acredito que desse deslavadamente nasce Arte, que mostra o retrato do mundo do seu tempo, de cada tempo e seus respectivos constituintes, tentando na viagem do ser entre o sonho e a realidade a essência do mundo, o desespero do homem na espera da existência em si, velado no enigma insolucionável da vida e da arte. Alvorecer e crepúsculo. Taxado, crivado no peito da arte humana, que vem à tona no tom da felicidade do astro azedo e ilusório e nas palavras do crítico Marcelo Backes acerca do Bruxo do velho Cosme e Kafka que “Ninguém pode deixar de ver que há – como no velho Machado de Assis – uma gota da baba de Caim em toda essa felicidade presente”. Tais idéias ecoa em Clarice num dos seus contos magistrais, aparece a pergunta da arte para a vida e vice-versa: “como posso amar a grandeza do mundo se não posso amar o tamanho de minha natureza?” e se “Tudo no mundo começou com um sim”, inclusive o homem e suas artes, tomo em minhas mãos uma seguinte frase “ logo, esquecerás tudo; logo todos te esquecerão”, de Marco Aurélio, que nos leva ao “fim”: . Porém, a arte como forja-se no itinerário da veia anárquica, desconfia e põe o fim do fim e inaugura a esperança do começo. Entre começo e fim, há começos e fins, tanto de fim de começo como começo do fim, duas pontas que constantemente reclama seu lugar no homem. Explosão de uma graça salvífica dessa coisa por acomodação intitulada Arte.
Ao falar nessa tal arte, sempre esteve presente outra coisa chamada de belo, mas o que é o belo? Na abertura do seu livro “História da Feiúra”, o semiólogo e escritor italiano Humberto Eco, delineia o percurso artístico da história universal da feiúra pela janela das artes, estabelecendo a questão da feiúra e do belo que como já dissemos sempre esteve no centro das artes e anota que “na maioria das vezes, o feio era definido em oposição ao belo (...) No entanto, a história da feiúra tem algumas características em comum com a história da beleza”, sendo assim, ao ler o livro, percebi que o feio sempre serviu de parâmetro para o belo, e conseqüentemente, um preciso do outro para ser, penso eu, e ainda penso que às vezes o belo está no feio, e o feio no belo, existe, também, a beleza ínfima da arte e o estrondo do feio, que causa na arte, o nem ser bela nem muito menos feia apenas desculpe a tautologia “arte é arte”, ou como acrescentou Portinari é cor.
Deixando de lado essas questões e virando o ângulo da arte, pois há muitas maneiras de ver o mesmo quadro, volto-me agora para papeizinhos, fogueirinhas e abraços que as artes nos oferece, num grande e insaciável banquete da imaginação da humanidade, que vulcanicamente sai por todos os poros dos artistas e nos abre o terceiro e humilde olho, e outro olho do outro que nos ajuda a olhar essa tal de ETRA ou A-T-R-E ou (Terá) a arte nos seus âmagos seus equívocos e suas orações tão silenciosos que nos deixam surdos nu ser? Inevitável, anticonclusão: A arte se metamorfoseia-se, veja o início da metamorfose que não existe, passe por Ovídio em suas metamorfoses até na modernidade da metamorfose de Franz Kafka. Quem poder ver que veja! E veja já! A sua metamorfose. Sim sua. Como a arte nasce e nos faz nascer nessa brincadeira tão ilusoriamente real. Por hora preciso ir nascendo, pois Ars longa, vita brevist est.
Post-scriptum: desculpa leitor voltar ao latim, às vezes é necessário voltar para ressuscitar e cantar no ventre a cosmogonia da arte e nascer filho dela, da outra, da ... da arte.
Teimosa arteações da continuum
Frase milenar d’O Artista da fome, somos, Franz Kafka, engoli(dores) do discurso banal, depois digerir, adquirindo outro para confronto e o terceiro discurso inventamaginado sem ser originalmente exclusivo seu.
Escrevemos a cada dia nossas interrogações, dúvidas, desconcertos, ânsias, vírgulas e protocolos das reticências, pura burocracia crachada, exclamações ontológicas e antológicas, alógica filosófica, fica no ponto e vírgula para nada ser LUZ ou.
L. L.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
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